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A importância da Mobilização Neural no tratamento da Síndrome do Túnel do Carpo

A importância da Mobilização Neural no tratamento da Síndrome do Túnel do Carpo A Síndrome do Túnel do Carpo é uma das neuropatias compressivas mais comuns na prática clínica. Ela acontece quando o nervo mediano, responsável pela sensibilidade e força de parte da mão, sofre compressão ao passar pelo túnel do carpo, uma estrutura localizada no punho. Os sintomas mais frequentes incluem formigamento, dor, dormência e fraqueza nos dedos, especialmente no polegar, indicador e médio e quando não tratada adequadamente, pode evoluir para perda de função e dificuldade nas atividades do dia a dia. E onde entra a Mobilização Neural? A Mobilização Neural é uma técnica de terapia manual que visa restaurar a mobilidade e o deslizamento fisiológico dos nervos periféricos. Quando há uma compressão ou irritação do tecido neural, como acontece na Síndrome do Túnel do Carpo, o movimento normal do nervo é comprometido, gerando tensão e sintomas neuropáticos. Por meio de movimentos específicos e graduais, o fisioterapeuta consegue melhorar a mecânica do nervo mediano, reduzindo a compressão e promovendo uma melhor condução nervosa. O resultado é uma redução significativa da dor e do formigamento, além de melhor desempenho funcional da mão. Benefícios clínicos observados: – Estudos mostram que a Mobilização Neural pode: – Diminuir a dor e o desconforto relacionados à compressão do nervo mediano; – Reduzir a inflamação local e a sensibilidade neural; – Aumentar a amplitude de movimento do punho e dos dedos; – Evitar a progressão da síndrome, contribuindo para uma reabilitação mais rápida e eficaz. Além disso, quando associada a outras abordagens — como o fortalecimento muscular, correção postural e orientações ergonômicas — a técnica potencializa os resultados e previne recidivas. Um olhar integrativo sobre o sistema nervoso. No ISF, acreditamos que tratar o nervo é mais do que aliviar sintomas: é compreender como o sistema nervoso se adapta, se protege e se reorganiza. A Mobilização Neural, quando aplicada com base em uma avaliação precisa e dentro da visão Neural da Fisioterapia, torna-se uma ferramenta essencial na reabilitação do paciente com Síndrome do Túnel do Carpo. Quer se aprofundar nas técnicas de Mobilização Neural e entender como aplicá-las em diferentes disfunções neuromusculoesqueléticas? Conheça os cursos do ISF e aprenda com quem forma fisioterapeutas com olhar clínico e raciocínio neuro funcional.

Curso de RPG – Reeducação Postural Global no ISF com Profa. Dra. Stella Maris Lins Terena.

O Método RPG é reconhecido internacionalmente por tratar dores crônicas, desalinhamentos posturais e desequilíbrios musculares de forma global e eficaz. No ISF – Instituto Solange Freitas, você aprenderá essa técnica em profundidade, com uma das maiores referências no Brasil: Profa. Dra. Stella Maris Lins Terena. Sobre a docente: Doutora em Biofotônica Aplicada às Ciências da Saúde, com estágio na Universidade do Porto (Portugal). Mestre em Ciências pela Faculdade de Medicina da USP. Especialista em Fisioterapia Neurológica e em Hidroterapia (Paramedisch Institut, Holanda). Mais de 30 anos de experiência como fisioterapeuta e ampla atuação como docente em cursos de graduação e pós-graduação (UNINOVE, Hospital Albert Einstein). Formação complementar em RPG, Pilates, Mobilização Neural, técnicas aquáticas e terapias manuais no Brasil e no exterior.   Diferenciais do curso ISF: 🚀 Metodologia prática com supervisão clínica especializada. 🚀 Turmas reduzidas e acompanhamento próximo. 🚀 Abordagem interdisciplinar que conecta RPG, neurologia e reabilitação funcional. 🚀 Certificação de excelência, reconhecida no mercado da fisioterapia. Benefícios para você, fisioterapeuta: 🚀 Segurança para aplicar o RPG em diferentes condições clínicas. 🚀 Diferenciação profissional com um método em alta demanda. 🚀 Resultados consistentes para seus pacientes e credibilidade para sua carreira. 📌 Garanta já sua vaga – as inscrições são limitadas!

Dry Needling

Dry Needling: Técnica Aprovada pelo COFFITO e Conselhos Regionais de Fisioterapia O Dry Needling, também conhecido como agulhamento a seco, é uma técnica terapêutica que utiliza agulhas finas para tratar pontos gatilho musculares, aliviando dores e melhorando a função muscular. Essa prática tem sido cada vez mais reconhecida na área da fisioterapia. Aprovação pelo COFFITO. O Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) reconheceu o Dry Needling como uma prática autorizada para fisioterapeutas. Em 2016, o COFFITO publicou o Acórdão nº 481, que estabelece diretrizes para a aplicação da técnica, destacando que ela deve ser realizada com base em evidências científicas e dentro do escopo da fisioterapia musculoesquelética e manual. Reconhecimento pelos Conselhos Regionais. Além do COFFITO, diversos Conselhos Regionais de Fisioterapia (CREFITOs) também aprovaram a utilização do Dry Needling por fisioterapeutas. Por exemplo, o CREFITO-3, que abrange o estado de São Paulo, emitiu uma nota oficial confirmando a autorização da técnica para seus profissionais registrados. Diferenças entre Dry Needling e Acupuntura. É importante destacar que o Dry Needling não deve ser confundido com a acupuntura. Embora ambas utilizem agulhas, o Dry Needling é fundamentado na neurofisiologia moderna e visa tratar disfunções musculoesqueléticas específicas. Já a acupuntura segue princípios da Medicina Tradicional Chinesa e é regulamentada por normas distintas. Conclusão. O Dry Needling é uma técnica reconhecida e aprovada pelos Conselhos de Fisioterapia, desde que aplicada por profissionais devidamente capacitados e dentro das diretrizes estabelecidas. Se você é fisioterapeuta interessado em incorporar essa técnica ao seu repertório terapêutico, é fundamental buscar cursos de formação credenciados e manter-se atualizado sobre as regulamentações pertinentes.

Mobilização Neural e Amplitude de Movimento: o que a ciência já comprova?

🧠 A Mobilização Neural é uma técnica cada vez mais presente nas abordagens fisioterapêuticas modernas — e por um bom motivo: seu impacto direto na melhora da amplitude de movimento (ADM) tem sido amplamente respaldado pela ciência.   📌 Mas o que é Mobilização Neural? É uma técnica que visa restaurar a mobilidade dos nervos periféricos ao longo de seu trajeto anatômico, reduzindo aderências, hipersensibilizações e interferências na mecânica neural. Em outras palavras, não basta alongar o músculo se o nervo continua “preso” ou irritado.   🔬 O que dizem as evidências? Vários estudos já confirmam os efeitos positivos da mobilização neural na ADM: Ellis et al. (2012) demonstraram que técnicas de deslize neural aumentaram significativamente a flexibilidade dos isquiotibiais, sem causar aumento de dor — uma alternativa eficiente ao alongamento tradicional. Uma revisão sistemática publicada na Journal of Manual & Manipulative Therapy (Basson et al., 2017) mostrou que a mobilização neural melhora a amplitude de movimento em pacientes com dor cervical e lombar crônica, com efeitos sustentados no médio prazo. Segundo Coppieters e Butler (2008), a neurodinâmica reduz a sensibilidade mecânica e melhora a mecânica do sistema nervoso, favorecendo o recrutamento motor e o ganho de mobilidade funcional.   🤓 Por que a Mobilização Neural funciona? Imagine um nervo como um fio passando por túneis. Quando esses túneis estão “grudados” (por inflamação, pós-operatório, má postura, etc.), o fio perde sua mobilidade, o que limita o movimento do membro e gera dor. A mobilização neural libera esses pontos de aderência e permite que o nervo deslize com mais liberdade, favorecendo o ganho de ADM sem agressão tecidual.   ✅ Quando indicar? Síndromes compressivas (ex: ciatalgia, síndrome do túnel do carpo); Perda de ADM com sensação de “repuxo” ou formigamento; Pós-operatórios ortopédicos; Pacientes com dor irradiada ou neurogênica; Reabilitação de membros superiores ou inferiores com restrição de mobilidade.   📚 O ISF e a Mobilização Neural Na formação do ISF, os alunos não apenas aprendem a executar a técnica, mas a avaliar criteriosamente se o componente neural está interferindo na função do paciente. Acreditamos na prática baseada em evidências e no raciocínio clínico como pilares de um atendimento eficiente e humanizado. Mobilizar um nervo pode ser a chave para liberar um movimento. E você, fisioterapeuta, já incluiu essa técnica no seu repertório?   🔎 Referências: 1. Basson, A. et al. (2017). Effectiveness of neural mobilization in patients with spinal radiculopathy: a systematic review and meta-analysis. JMMT 2. Ellis, R. et al. (2012). Effects of neurodynamic mobilisation on hamstring flexibility: a randomised controlled trial. Physiotherapy. 3. Coppieters, M. W., & Butler, D. S. (2008). Do ‘sliders’ slide and ‘tensioners’ tension? An analysis of neurodynamic techniques and considerations regarding their application. Man Ther.

Como o Pilates pode ser usado na Reabilitação?

Como o Pilates pode ser usado na Reabilitação?   Evidências, Aplicações Clínicas e o Diferencial do ISF. O método Pilates tem se destacado como uma estratégia eficaz no tratamento e prevenção de disfunções musculoesqueléticas. Combinando respiração, controle motor, fortalecimento e consciência corporal, ele atua diretamente nos pilares da reabilitação funcional. O que a ciência diz sobre Pilates na reabilitação? Diversos estudos reforçam os efeitos terapêuticos do Pilates em diferentes populações e condições clínicas. Veja abaixo algumas das principais evidências:   1. Lombalgia crônica Cruz-Díaz et al. (2015), Physical Therapy in Sport – Estudo demonstrou que pacientes com lombalgia crônica que praticaram Pilates por 6 semanas apresentaram melhorias significativas na força dos músculos do core, alinhamento postural e redução da dor. Pereira et al. (2022), Clinical Rehabilitation – Revisão sistemática com meta-análise apontou que o Pilates é mais eficaz que o tratamento convencional na redução da dor e na melhora da função em pacientes com dor lombar crônica.   2. Reabilitação pós-AVC (Acidente Vascular Cerebral) Guimarães et al. (2014), Journal of Bodywork and Movement Therapies Participantes pós-AVC que fizeram Pilates melhoraram significativamente o equilíbrio, a mobilidade funcional e a coordenação.   3. Saúde da mulher Cruz-Ferreira et al. (2011), Clinical Rehabilitation Mulheres praticantes de Pilates apresentaram melhora importante na qualidade de vida, percepção corporal e níveis de energia, além de alívio em dores lombares e pélvicas.   4. Escoliose e alterações posturais Katz et al. (2020), Musculoskeletal Science and Practice O Pilates foi eficaz na melhora da simetria postural, controle do tronco e redução da dor em adolescentes e adultos com escoliose funcional.   5. Fibromialgia Altan et al. (2009), Clinical Rehabilitation Após 12 semanas de Pilates, pacientes com fibromialgia apresentaram redução dos sintomas, melhora do sono e aumento da qualidade de vida.   Esses resultados comprovam que o Pilates, quando bem aplicado, é uma ferramenta valiosa para a prática clínica fisioterapêutica.   Objetivos do Pilates na Reabilitação Reduzir dor e inflamação crônica Promover o realinhamento postural e a consciência corporal Melhorar o controle motor e a estabilidade articular Corrigir desequilíbrios musculares Fortalecer a musculatura profunda do core Favorecer o retorno às AVDs (atividades da vida diária) e ao esporte   O diferencial do ISF na formação em Pilates com foco em reabilitação O ISF – Instituto Solange Freitas: oferece um curso de Pilates direcionado a fisioterapeutas, com foco total em reabilitação funcional e raciocínio clínico avançado. Nossos diferenciais: Base científica sólida: todos os conteúdos são sustentados por artigos atualizados e práticas baseadas em evidências. Abordagem funcional e neural: consideramos o sistema nervoso como regulador central do movimento, promovendo resultados mais duradouros na reabilitação. Estudo de casos clínicos reais: você aprende a aplicar o método de forma personalizada, de acordo com as necessidades de cada paciente. Turmas presenciais com foco prático: nossas aulas são voltadas à aplicação clínica real, com supervisão próxima e feedback individual. Mentorias e suporte pós-curso: o aluno ISF conta com acesso a mentorias e uma comunidade ativa de fisioterapeutas.   Conclusão O Pilates é um recurso terapêutico poderoso e validado cientificamente para reabilitação de diversas condições. No ISF, capacitamos fisioterapeutas para aplicar esse método com segurança, eficácia e visão clínica crítica. Se você deseja atuar com excelência na reabilitação e diferenciar sua prática clínica, venha fazer parte do ISF. 👉 Clique aqui e conheça nosso curso de Pilates com foco em reabilitação 📍 Turmas presenciais em São Paulo – Vagas limitadas

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